Notícia
Notícia
Quando entramos em uma rede social, é comum ver vídeos viralizados compartilhados por inúmeros canais e perfis. Aquele vídeo de um meme famoso, outro com um caso engraçado, todos são postados por um perfil inicialmente, e depois acabam sendo repostados por outros.
A distribuição desses vídeos está com os dias contados. Segundo o portal B9, em notícia de maio de 2026, o Instagram já está dificultando a entrega de fotos, vídeos e carrosséis que apenas repetem conteúdo alheio. Fotos próprias, vídeos postados diretamente e até mesmo memes e vídeos “velhos” com conteúdo acrescentado (que adicionam humor, informação ou algo do criador) serão considerados conteúdos originais. No entanto, aquelas postagens sem mais nada além disso terão o conteúdo restrito aos seguidores e não chegarão a pessoas novas.
E não adianta dizer que deu os créditos, marcou o “arroba” ou manteve a marca d’água: esse tipo de postagem não deverá repercutir. A ideia da rede social é valorizar o produtor de conteúdo que cria material próprio e se preocupa em entregar originalidade.
Segundo a plataforma, o compartilhamento por meio de Stories, o botão de repost, collabs ou remix será o melhor caminho para quem deseja apenas repassar algo que viu e gostou. “Curadoria sem criação não gera distribuição”, conclui a matéria do B9.

Se o Instagram anunciou isso em maio, agora é a vez do YouTube. De acordo com o site Tecnoblog, em notícia de 2 de outubro de 2026, o YouTube fará o mesmo em relação ao conteúdo de shorts.
Conforme diz o site, “os algoritmos de recomendação do serviço estão sendo atualizados para reduzir o alcance de Shorts que apenas reproduzem trechos de vídeos de outros criadores”. Na plataforma de vídeos, é ainda mais comum que perfis publiquem trechos de entrevistas, cenas de mesacasts, entre muitos outros.
Segundo o YouTube, a medida “garante que os criadores que publicam conteúdo original tenham mais chance de crescer e ter sucesso”.

A internet sempre foi um ambiente do “remix”. Conteúdos dos mais variados são reciclados, reformulados e recebem criações “em cima” deles. E isso faz parte do que é a internet e o ambiente digital. No entanto, é fundamental tentar proteger os criadores de conteúdo que têm o trabalho de produzir esse material.
O debate que pode ser aberto acerca deste assunto é importante: o quanto um conteúdo deve ser melhorado ou incrementado para ser original. Quando se produz algum conteúdo na internet, seja por meio de perfis pessoais, seja por meio de uma marca a ser valorizada, é fundamental pensar em como engrandecer o conteúdo e torná-lo valioso.
Além disso, é claro, as notícias reforçam a importância de se ter conteúdo próprio, com filmagens e captações próprias: isso não apenas será valorizado pela plataforma, como tem potencial de gerar mais credibilidade à marca.
Há 10 anos no mercado, a ISSOaí já ajudou mais de 400 clientes a atingirem suas metas e sonhos. Atuamos em todo o Brasil e países como EUA, Portugal, Itália, Austrália e Angola.
Como podemos te ajudar hoje?